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domingo, agosto 14, 2011

"Teste de estresse": você está financeiramente preparado para enfrentar uma crise?

"Teste de estresse": você está financeiramente preparado para enfrentar uma crise?

12 de agosto de 2011 • 18h30 Por: Diego Lazzaris Borges

SÃO PAULO – A solidez e a saúde dos bancos europeus são algumas das maiores preocupações dos analistas econômicos. Tanto que, depois que vários bancos “quebraram” por conta da crise financeira internacional de 2008, foram criados testes de estresse para as instituições financeiras daquele continente, com objetivo de verificar a capacidade de honrar seus compromissos em um cenário de prolongada recessão econômica.

E você, acha que passaria em um teste de estresse sobre suas finanças pessoais? Para verificar a sua capacidade financeira de lidar com momentos de crise, o especialista da MoneyFit, Antonio De Julio, ressalta alguns pontos que devem ser levados em consideração.

Parte da renda indisponível
Em primeiro lugar, ele aconselha que você se questione sobre qual o percentual da renda que está destinado a pagamentos de parcelas e financiamentos. “Um número saudável seria em torno de 30% no máximo”, afirma.

Apesar de parecer um percentual baixo, ele ressalta que é importante se atentar aos reajustes anuais dos financiamentos e aos aumentos de preços de produtos e serviços em caso de inflação alta, como aconteceu no início de 2011. “Vivemos no país com as maiores taxas de planeta, jamais devemos nos esquecer disso”, aponta.

Em caso de emergência
Outra pergunta que você deve se fazer é, em caso de algum acidente ou perda de emprego, como ficariam as finanças da casa? De acordo com De Julio, é importante se questionar sobre o tempo que a família poderia se manter sem a entrada de dinheiro, ou uma entrada menor. “Se esse número for menor que 6 meses, você não passou no teste”, diz.

Quantas pessoas contribuem?
Também é importante se questionar sobre quantas pessoas contribuem para a renda mensal da família. No caso de ser apenas uma, você deve se perguntar sobre como anda a situação dentro do emprego.

“No caso de um empresário, por exemplo, é possível se afastar dos negócios para tirar férias, ao menos uma vez ao ano?”, pergunta.

Aposentadoria
Outro apontamento que deve ser feito é como estão os planos futuros de aposentadoria da família. “Existe algum plano, alguma meta de ganho mensal, ou isso por enquanto não é prioridade?”, questiona.

Investimentos - em ativos e carreira
Como estão os seus investimentos? Para De Julio, essa também é uma pergunta fundamental para se fazer ao analisar a capacidade de vencer uma crise.

“Não só os investimentos relacionados a ganho de capital, mas também os investimentos na carreira”, aponta. “Se houver um abalo na empresa em que você trabalha hoje, conseguiria uma realocação?”, questiona.

Crise financeira
Você também deve se questionar se, em algum momento, já passou por alguma crise financeira. “Se passou, acha que agora está melhor preparado para passar por uma nova crise? Ou acha que nunca mais vai passar, que 'agora é diferente'?”, pergunta.

De acordo com o especialista, estas perguntas são importantes para saber como anda a sua saúde financeira e se você esta preparado para uma situação de crise nas finanças. “Se você sentiu algum 'frio na barriga' ao responder a alguma dessas questões, parabéns! Pois é sinal que você ao menos se conscientizou que alguma coisa está errada com as suas finanças”, ressalta.

Segundo ele, neste caso, o ideal é rever alguns conceitos e práticas com relação ao dinheiro e refazer o teste a cada seis meses.

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sexta-feira, julho 01, 2011

Venda a descoberto: especialistas apontam riscos e vantagens para investidor

Venda a descoberto: especialistas apontam riscos e vantagens para investidor

Por: Diego Lazzaris Borges

SÃO PAULO – Ganhar com os investimentos em renda variável tem sido uma tarefa difícil este ano. Enquanto a renda fixa vem garantindo uma rentabilidade considerável para os investidores, por conta do aumento dos juros, o Ibovespa, principal indicador do mercado brasileiro, já acumula perdas de 11,11% este ano - até o fechamento desta quarta-feira (15).

Neste cenário, uma das opções disponíveis para traders (investidores) mais experientes é operar pensando na queda do mercado. Para aqueles que fazem day trade (comprar e vender a mesma ação no mesmo dia), existe a possibilidade de vender ações sem possuí-las no portfólio, dando como garantia outras ações ou o saldo financeiro da conta.

O esquema é simples. O investidor vende um papel que ele acredita que vai cair até o final do dia. Antes do encerramento do pregão, ele compra aquelas ações e ganha com a diferença de preço entre as duas transações.

Riscos
De acordo com especialistas de mercado, este tipo de operação envolve os mesmos riscos de uma operação normal de day trade com objetivo de alta. “O risco de operar no curtíssimo prazo é o mesmo. Você tem o tempo contra, então, se aquela ação não subir - ou no caso, não cair – o investidor terá de vender e arcar com os prejuízos”, afirma o diretor da corretora Icap, Paulo Levy.

O operador da Um Investimentos, Paulo Hegg, tem a mesma opinião. “Este tipo de operação só é indicada para aquele investidor com perfil bem agressivo e que já tem uma experiência no mercado. É uma transação que pode garantir bons lucros, mas os riscos também são muito elevados”, afirma Hegg.

Investidor que vive da Bolsa
De acordo com o analista da Futura Investimentos, Allan Oliveira, o investidor que opera regularmente no mercado com trades curtos precisa saber operar tanto na alta quanto na baixa.

“Para aquela pessoa que faz várias operações inclusive no intraday, é importante saber também operar vendido”, diz Oliveira.

Para Paulo Levy, historicamente, o investidor pessoa física tem operado muito mais na tendência de alta do mercado. “Quando a Bolsa cai, ou ele fica de fora, ou, se já possui ações, fica torcendo para que elas voltem a subir. Desenvolvemos uma ferramenta de home broker para que ele opere também na baixa”, afirma o diretor da Icap.

Análise técnica
Os investidores que fazem este tipo de transação de curtíssimo prazo precisam de parâmetros para entrar e sair de uma posição. Para isso, a análise de gráficos é a mais indicada. “O uso da ordem de 'stop', ou no caso de operar vendido, de 'start,' é fundamental”, afirma Levy.

Com a ferramenta de “stop”, o investidor programa a venda de um ativo se ele chegar a um determinado preço, garantindo que as perdas sejam controladas. No caso da venda a descoberto, existe a ordem “start”, que compra o ativo vendido automaticamente quando ele atingir determinado preço.

Aluguel de ações
Para aqueles que querem "operar vendido” em transações mais longas, que ultrapassem o período de um dia, a opção é alugar a ação. Com a operação, o investidor aluga um ativo, vende e quando atingir o preço esperado, ele compra para devolvê-lo ao dono.

Segundo especialistas, este tipo de transação também envolve riscos, já que possui um “prazo de validade”. Ou seja, mesmo que aquelas ações não tenham o desempenho esperado, o investidor terá de devolvê-las e pode ter de embolsar os prejuízos.

Além disso, para alugar ações são cobradas taxas, que costumam variar de acordo com a liquidez daquele ativo.

Longo prazo
De acordo com educadores financeiros e analistas do mercado, a Bolsa de Valores é ideal para investimentos de longo prazo, já que possui uma grande volatilidade e no curto prazo pode se tornar um risco para investidores menos experientes.

Entretanto, o mercado possui uma vasta disponibilidade de ganhos e pode ser aproveitado de diversas maneiras. É importante lembrar que as operações de curtíssimo prazo são indicadas para aqueles que já têm experiência no mercado e sabem lidar com o sobe e desce das ações, especialmente no intraday.

"É preciso que ele seja um investidor mais experimentado, diferente de quem vai acompanhar uma empresa no longo prazo, buscando ganhar dividendos e na valorização futura do papel”, finalza Levy, da Icap.

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domingo, setembro 13, 2009

Estratégia para o atual cenário de PETR4

Nos próximos dias PETR4 não deve se sustentar acima dos 34,00 nem ficar abaixo dos 31,00 conforme análise gráfica, tal afirmação está fundamentada na estabilidade das médias móveis (50 e 200) e no estreitamento da banda de Bollinger que sugere uma queda da volatilidade.

O atual cenário das ações da Petrobrás (PETR4) sugere cautela pois não há mais espaço para entrar e também não parece ser muito negócio vender para depois comprar mais barato ou seja o que fazer?

Uma possibilidade para se obter remuneração para os que estão comprados é o lançamento coberto seja na série I que vence em 21/09 ou na série J que vence em 19/10.

Caso o cenário do gráfico se confirme pode ser interessante lançar PETRI34 ou PETRI32, sendo que a I32 deve ser exercída já a I34 possivelmente não.

Ou então pode-se lançar logo as da série J que tem uma remuneração melhor em função do prazo estendido do vencimento da opção.

Ativo Última +/- Var. % Compra
PETR4 33,08 -0.78% 33,06
PETRI32 1,62 -8.47% 1,62
PETRI34 0,33 -23.26% 0,33
PETRJ32 2,28 -5.79% 2,26
PETRJ34 1,12 -7.44% 1,11

Segunda-feira pretendo realizar meus lançamentos caso PETR4 venha a subir e a ficar próximo de 34,00 conforme sugere o gráfico.

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sábado, janeiro 24, 2009

Dezenove Regras Operacionais Para Se Tornar Um Vencedor*

Operadores bem-sucedidos são aqueles que não apenas conhecem os
mecanismos do mercado mas também têm um plano de ação e o
seguem religiosamente. Desde que operar no mercado é basicamente
um processo de trabalhar com probabilidades e aumentar suas
chances, qualquer um que participe do mercado deve fazer um
esforço consciente para estabelecer algum tipo de estrutura que lhe
permita administrar suas emoções. Se você reconhece que tem um
problema antes de abrir uma posição ou assumir compromissos de
longo prazo você estará em melhor posição para aproveitar debacles
potenciais.
As regras aqui descritas não são as únicas, mas geralmente são
consideradas como as mais importantes. Assume-se que você, neste
estágio, já tem algum conhecimento rudimentar do funcionamento do
mercado e também um método para tomar decisões operacionais. Seu
método pode ser de qualquer tipo, técnico, fundamentalista, etc. O
veículo não é importante desde que ele tenha sido testado, bem como
se sinta confortável com ele. Todas as religiões tentam nos levar
essencialmente ao mesmo lugar (i.e., a descoberta da verdade), mas
seus caminhos são diferentes. Assim também são os métodos e os
mercados. Todas as abordagens têm o lucro como objetivo, mas cada
indivíduo tem de escolher seu próprio caminho. Não vale a pena utilizar
um método praticado por um trader proeminente ou por uma
publicação sobre o mercado (newsletter, revista, etc.) se você não se
sente totalmente confortável com ele, porque quando as coisas
tornam-se difíceis, como certamente ficam, é mais provável que o
abandone. Também, se você tem sorte o bastante de adotar um estilo
operacional ou uma abordagem com a qual sinta-se completamente à
vontade, as chances são boas de que encontrará motivação para
trabalhar mais duro ainda.
Selecionar uma metodologia normalmente não é difícil; executá-la é.
Administrar suas emoções é precisamente para o que servem as
metodologias. Vamos a elas!

1. Quando em Dúvida, Fique Fora

Quando operando os mercados, é importante ter um certo nível de
confiança no que está fazendo. Muita confiança o leva a não dar
importância e a operar em demasia o que não é bem-vindo. Por outro
lado, se você abre uma posição com pouco ou nenhum entusiasmo
você está se colocando numa posição de um perfeito idiota quando
alguma coisa ruim acontece. Se houver a menor dúvida na sua mente
sobre iniciar uma operação, então você não deveria iniciá-la, porque
não terá a firmeza emocional para permanecer nela quando as coisas
começarem a sair erradas. Por exemplo, se estiver na dúvida, tenderá a
concentrar-se sobre qualquer fato negativo inesperado. Na medida em
que os preços caírem, você ficará mais e mais desencorajado.
Consequentemente, quando os preços chegarem num suporte ou
numa zona de compra, você estará mais disposto a vender do que a
comprar.
Alternativamente, você pode entrar numa posição baseado numa
pesquisa sólida e confiante, mas não de um modo excessivamente
entusiasmado. Mais adiante, surgem novas evidências que lhe deixam
menos otimista do que antes. No curto prazo, algumas dúvidas sobre a
lógica inicial para entrar na operação começam a formigar na sua
mente. Não importa se o preço está acima ou abaixo do inicial. O fato
importante é que agora começa a duvidar da sua lógica original. Sob
tais circunstâncias só existe um caminho lógico a seguir - sair fora. Você
já não tem a firmeza que veio da forte convicção. Isto significa que
provavelmente você cairá fora ao primeiro sinal de problema.
É importante lembrar-se que a principal razão de estar no mercado é
para ganhar dinheiro. Se as chances disto acontecer diminuíram, você
tem poucas justificativas para manter a posição. Além do mais, esta
não é sua última chance operacional; sempre haverá outra
oportunidade estrada abaixo.

2. Nunca Opere ou Invista Baseado na Esperança

Ela se delineia como uma regra operacional, desde que muitos de nós
nos agarramos a posições perdedoras bem mesmo depois que a
lógica racional para tê-la iniciado já desapareceu há muito. A única
razão para não vender é esperança, e o mercado normalmente
recompensa a esperança com prejuízos. Quando se encontrar nesta
situação, venda prontamente.

3. Opere sobre Seu Próprio Julgamento ou então Assuma
Inteiramente o Julgamento de Terceiros


Já foi dito anteriormente, que se você não começa uma operação
com confiança total, provavelmente se assustará ao primeiro sinal de
problema. Se você se encontrar confiando no seu corretor ou amigos
para dicas e conselhos, as chances são de que não tenha considerado
cuidadosamente todas as ramificações. Isto significa que não terá a
força emocional para se comprometer totalmente com a operação se
as coisas começarem a dar errado. É muito melhor considerar todos os
argumentos, tanto altistas quanto baixistas, antes de assumir um
compromisso. Deste modo, você estará numa boa posição para julgar
se o último preço é o resultado de uma mudança global ou se é
meramente parte do fluxo e refluxo normal de qualquer mercado.
Corretores, amigos, e outros que você respeita podem ser úteis em
abastecê-lo com idéias, mas você é o único que deverá tomar a
decisão final. Isto significa balancear os prós e os contras, ouvindo essas
opiniões antes de considerar cuidadosamente sua própria conclusão.
Afinal de contas, se as coisas vão mal, você é o único que perde
dinheiro, não os seus amigos.

4. Compre Baixo (dentro da Fraqueza), Venda Alto (dentro da
Força)


Todo mundo sabe que se comprar baixo e vender alto estará apto a
ganhar dinheiro. Isto não é tão fácil quanto parece pois, de outro
modo, não estaria lendo este livro. A idéia que estou querendo passar
aqui é alguma coisa um pouco diferente; pode ser melhor expressa
como ”Compre na fraqueza, venda na força.” Quando os preços
sobem, assim também a confiança. Por outro lado, preços que caem
progressivamente, atraem um número cada vez maior de
preocupação. A razão é que preços ascendentes normalmente vem
acompanhados de notícias positivas, fazendo-nos sentir mais
confortáveis. Tendemos a passar por cima dos nossos medos nestas
horas e, portanto, assumir mais riscos.

5. Não Opere Demais

Muitos traders sentem necessidade de operar o tempo todo. As razões
variam. Alguns desejam excitação. Outros, como uma muleta para
apoiar suas esperanças. Se você está fora do mercado, não vê a hora
de voltar, pois sente que o lucro está escorrendo pelos seus dedos.
Quando tudo na sua vida resulta em desapontamento, a operação ou
investimento serve como alguma coisa sobre a qual coloca suas
esperanças. Nestas situações, o trader ou investidor está usando o
mercado para compensar suas frustrações. Para outros, a motivação de
estar constantemente no mercado é nada menos do que pura
ganância.. Em todos estes casos, as motivações são inconsistentes;
então não surpreende que os resultados também sejam.

6. Após uma Campanha Bem Sucedida e Lucrativa, Tire umas
Férias das Operações


Muitos traders acham que acumular lucro é relativamente fácil; a parte
difícil é mantê-los. Eu tenho certeza de que, se a maioria dos traders lhe
mostrar um gráfico da sua performance, ele se parecerá com um
oscilador, porque falham em reconhecer quando sua sorte e habilidade
atingiram seu pico. No curto, eles não sabem quando sair da mesa.

7. Faça Periodicamente um Inventário Mental para Ver Como
Você Está Indo


Algumas vezes ficamos tão absorvidos com nossas operações e
investimentos que ficamos sem noção para aonde estamos indo.
Portanto, torna-se necessário, de tempos em tempos, refletir sobre para
onde estamos sendo levados e ter certeza de que estamos fazendo a
coisa certa. Como parte deste processo, você poderia questionar-se
sobre algumas perguntas do tipo: estou capacitado a assumir os riscos a
que estou me expondo? Estou especulando ou investindo
inteligentemente ou estou jogando? Estou seguindo o sistema certo?
Estou tentando lutar contra a tendência predominante? Estou muito
perto do mercado? Estou operando demais?
Existem muitas outras perguntas que se poderia se fazer, incluindo as
outras regras aqui incluídas. Este pequeno e simples exercício o ajudará
a dirigir sua atenção para qualquer erro que possa estar cometendo ou
regras que possam estar sendo quebradas. Adicionalmente, servirá para
reforçar as regras na sua mente, de modo que elas tenham maior
chance de eventualmente se tornarem um bom hábito.

8. Analise seus erros constantemente

Quando somos bem-sucedidos, tendemos a pensar que este processo
veio do trabalho duro ou do bom julgamento. Raramente atribuímos à
chance ou à sorte de estarmos no lugar certo na hora certa. Por outro
lado, quando as coisas vão contra nós, responsabilizamos a falta de
sorte ou algum outro bode expiatório conveniente. É claro, deveríamos
estar questionando primeiro o nosso próprio julgamento porque é a
fonte mais provável de qualquer erro que possa ter sido cometido. É
somente quando cometemos um erro que começamos a tomar
responsabilidade por nossas próprias ações e aprender destes erros.
Você pode ler livros sobre a psicologia dos mercados, mas somente
quando sentir a dor da perda do dinheiro e atribuí-la ao seu erro você
estará preparado para tentar não repeti-lo novamente..
Este processo de autocrítica tem de ser contínuo. Após um breve
período, as chances são de que você irá apoiar-se neste falso sentido
de segurança, na medida em que os lucros começam a retornar. Neste
tipo de situação, a maioria das pessoas retornará ao seu antigo
processo.
O maior benefício de analisar suas transgressões é que suas falhas
aparecem e freqüentemente são o seu melhor professor; isto lhe traz de
volta à realidade de que, se você tivesse seguido as regras
religiosamente, não estaria neste apuro. Que curso mais natural do que
segui-lo na próxima vez? Muitos erros aparecem das deficiências
emocionais - o medo de estar errado ou o de sentir-se um tolo no
momento de encarar seu corretor ou outra pessoa com o prejuízo. Isto
também é verdade para os administradores profissionais que não
apenas têm de trabalhar com os caprichos do mercado e com suas
próprias emoções e com as dos clientes também. Esta última batalha -
o medo de perder o cliente - freqüentemente é a mais devastadora de
todas.
O primeiro passo é encarar esses medos, reconhecer que são uma
força destrutiva, e tomar algumas medidas para corrigi-los.

9. Não Vá com Muita Fome ao Pote

Em qualquer investimento ou situação operacional, haverá sempre a
tentação de assumir uma posição antes que a metodologia que está
usando tenha todas as suas condições preenchidas. Entusiasmo substitui
a prudência. Isto é uma prática pobre porque significa que não
estamos realmente seguindo o método e decidimos que sabemos mais.
Raramente este tipo de política remunera. Depois de tudo, porque ter o
trabalho de pesquisar uma metodologia ou abordagem e estabelecer
regras, se você não está preparado para seguí-las? Quando tentado a
fazer isto, foi porque convenceu-se de que esta é uma situação
excepcional e que justifica agir imediatamente. O problema é que
estas situações “excepcionais” continuarão ocorrendo até se tornarem
uma experiência diária. Com efeito, a disciplina foi totalmente
abandonada.

10. Não Tente Capturar Cada Virada do Mercado

No nosso desejo natural de perfeccionistas do mercado, é bastante
compreensível que sintamos necessidade de capturar cada virada.
Infortunadamente, a tarefa é inatingível. Se nos encontrarmos tentando
advinhar cada oscilação e virada no movimento do preço, não apenas
seremos levados à frustração, mas também perderemos totalmente
qualquer senso de perspectiva.

11. Nunca Entre numa Operação sem Primeiro Estabelecer a
Relação Risco/Recompensa


Não é possível fixar uma relação matemática específica dos lucros
esperados frente ao prejuízo máximo aceitável em todos os casos. A
decisão deveria ser tomada considerando-se a proporção de capital
exposta ao risco numa operação em particular ou investimento. Outro
fator se relaciona com a característica pessoal de cada investidor.
Investidores avessos a risco não deveriam procurar investimentos de alto
risco associados a altos ganhos, e vice-versa. Risco é sempre relativo. O
que é financeiramente uma ameaça de risco para alguns pode ser
oportunidade de ganhos para outros. Falando em geral, você deveria
usar uma boa dose de bom senso, tendo certeza de que a razão é de
ao menos 3-1.

12. Corte as Perdas, Deixe os Lucros Crescerem


Esta regra, provavelmente, é a mais conhecida de todas. Também é
uma das mais importantes. Entramos em qualquer operação com o
objetivo de lucrar, então, quando a operação vai contra nós, é natural
sentir-mos algum tipo de dor emocional. Muitos preferem ignorar as
perdas, racionalizando que o mercado voltará. Outras vezes justificamos
a queda dizendo que o mercado caiu com “baixo volume”, “ele pode
ter caído, mas a atividade foi boa e vou segurar mais um pouco”. Outra
desculpa favorita vem da racionalização da razão da queda. “Foi uma
série de noticias ruins, mas surpreendeu como o mercado caiu apenas
50%; obviamente está muito forte tecnicamente”.
É surpreendente como podemos jogar com as nossas emoções de
modo que justifiquem quase tudo. Isto ocorre porque queremos ver o
preço subindo (ou caindo se estivermos vendidos), mas nós também
esquecemos ou optamos por ignorar que o mercado está para se
mover em direção contrária à desejada por nós. O mercado é
totalmente objetivo, os participantes é que são emocionais. Esperamos
por uma subida mas não há nenhum elemento que justifique esta
situação, a não ser pelos nossos desejos, próximos de sonhos ou acima
de qualquer julgamento. Precisamos lembrar-nos que, se o mercado
caiu quando esperávamos que subisse, é uma advertência de que a
análise original está inconsistente. Se isto ocorre, então não há razão
lógica para ainda estarmos na posição. Deveríamos liquidar a
operação e assumir nossos prejuízos.
Isto não significa que, cada vez que entrar numa operação e ela vier
contra nós, deveríamos vender. Um bom trader estabelecerá o
potencial da recompensa e definirá o risco aceitável antes de abrir sua
posição. Parte da aceitação do risco envolve a possibilidade e mesmo
a probabilidade de que o mercado cairá antes de subir. Seria de um
otimismo extremo da nossa parte esperar que cada operação se
tornasse imediatamente lucrativa. Não, a regra sobre cortar as perdas
refere-se até o ponto em que este risco aceitável é excedido, que é
quando o mercado está nos dizendo que nossa análise original foi falha.
Mesmo após estes níveis de estope previamente definidos terem sido
excedidos e ter sido estopado, ainda fica uma sensação de volta.
Ainda que o mercado tenha dado a sua decisão, não gostamos de
aceitar que nossas esperanças e certezas não mais se realizarão. Em tais
circunstâncias, a tentação é quebrar a auto-imposta disciplina e voltar
para o mercado. Freqüentemente isto é feito num nível mais alto do
que aquele em que ocorreu a liquidação. Preços ascendentes, lembrese,
geram confiança. Entretanto, minha experiência tem sido que, se um
estope cuidadosamente bem escolhido foi atingido, raramente vale a
pena voltar. Na maioria das vezes, teria sido mais lucrativo reverter para
o outro lado (venda), mas muito poucas pessoas possuem agilidade
mental para fazer isto.
Cortar as perdas é uma técnica fundamentalmente importante na
administração dos seus recursos, porque lhe ajuda a proteger seu
capital e, portanto, capacita-o a lutar outro dia.
Deixar os lucros correrem realmente envolve o mesmo princípio de
cortar as perdas. Quando o mercado excede o seu ponto de
interrupção para baixo (seu estope), está advertindo-o que cometeu
um erro. Por outro lado, tanto quanto a tendência geral movimenta-se a
seu favor, o mercado está lhe dando um voto de confiança, de modo
que deverá continuar com a posição e deixar seu lucro crescer. Há um
ditado famoso que diz “a tendência é sua amiga”. Com efeito, isto é
uma outra maneira de nos dizer para deixar que nossos lucros cresçam.
Tendências, uma vez em andamento, têm o hábito de perpetuar-se,
mas ninguém sobre a terra pode prognosticar sua magnitude ou
duração, independente do que possa ler nas “newsletters” e na mídia.
Tanto quanto sua análise ou metodologia indique que a tendência
continua a mover-se a seu favor, você tem poucas áreas para vender,
a menos que seja para realizar algum lucro parcial. Os mercados
gastam muito tempo indo e vindo sem sair do lugar, numa congestão,
em geral confusa, frustrante e pouco lucrativa para permitir que o
trader se dê ao luxo de sair fora, prematuramente, de uma tendência
em movimento.
O problema é que muitas pessoas, quando têm um lucro, querem
realizá-lo agora e pronto. A lógica baseia-se na teoria de que é melhor
fazer caixa agora; de outro modo o lucro irá embora. Certamente é
verdade que você nunca quebrará por realizar lucro.
Infortunadamente, cada trader ou investidor não pode evitar posições
perdidas. Uma situação de lucro líquido positivo só pode ser atingida se
as operações lucrativas sobrepujarem as negativas, e usualmente
poucas operações altamente lucrativas mantêm a posição dos traders.
Entretanto, realizando lucro muito cedo, geralmente limita seu potencial
de ganho. É interessante como muitas pessoas são avessas ao risco
quando estão ganhando e o procuram quando estão perdendo. Elas
preferem um ganho pequeno, mas certo, e relutam em participar de
uma aposta esperta, com maior potencial de ganho. Por outro lado,
elas estão mais dispostas a expor seu capital ao risco de uma grande
perda incerta do que a um pequeno ganho certo.

13. Faça Numerosas Pequenas Apostas Sobre Idéias de Baixo
Risco


Desde que uma alta proporção de suas operações inevitavelmente não
serão proveitosas, é uma sábia política fazer pequenas apostas, de
modo que uma parcela substancial do seu capital não fique exposta
em só uma operação. Como uma regra geral, não é aconselhável
arriscar mais do que 5% do seu capital disponível em uma única
operação. Isto vai contra a tendência natural de muitos de nós. Na
nossa busca por grandes e rápidos lucros, parece mais fácil e mais
lógico colocar todo nosso dinheiro sobre um cavalo. Também é
importante estar certo que qualquer operação ou investimento que
você faça seja cuidadosamente pensado num ambiente de pouco
risco. O potencial da recompensa estimada deverá ser muito maior (ao
menos 3-1) do que o risco máximo aceitável.

14. Olhe Para Baixo, Não Para Cima

A maioria das pessoas entra numa operação a partir do cálculo de um
lucro provável e cria suas expectativas a partir desta suposição. Como
resultado, elas estão preparando para si uma situação de provável
desapontamento. A questão a se perguntar antes de iniciar uma
operação é “O que de pode acontecer de pior?” Olhando para baixo
e não para cima, você está se dirigindo para o que deve ser seu
objetivo número um: preservar seu capital. Se você erodir a base do seu
capital, então você não deixará nada para que possa crescer. Quase
todos os traders perdem na mesma relação com que ganham. Os
vencedores são os que fazem mais operações vencedoras, mas o mais
importante é perder menos nas mal-sucedidas. Olhando para baixo,
eles estão, sem dúvida, estimando onde deveriam interromper suas
perdas à frente do tempo. Se o potencial da margem de erro provar ser
muito grande, simplesmente não fazem a operação.

15. Nunca Opere ou Invista Mais Do Que Possa Perder
Razoavelmente


Em qualquer momento em que coloca seu capital em risco você não
pode se dar ao luxo de perder, pois você estará à mercê do mercado.
Seu nível de estresse estará muito alto, e você perderá toda
objetividade. As decisões serão emocionais porque estará focado sobre
ganhos monetários e as dolorosas conseqüências psicológicas de um
prejuízo, e não se baseando em fatos como, na realidade, eles são.

16. Não Enfrente a Tendência

Existe uma máxima que diz: “Uma corda para cima levanta qualquer
navio”. Em linguagem do mercado significa que é melhor estar
operando na direção do mercado, se o mercado sobe, trazendo como
efeito o crescimento de todas as posições compradas. Estar vendido
num mercado de alta, entretanto, engloba um risco considerável; por
definição, a não ser que você seja ágil demais para realizar seus lucros
no momento certo, um prejuízo será certamente iminente.
O oposto será verdadeiro para um mercado que cai, quando as
reações são esporadicamente imprevisíveis e tenebrosas. Se você
estudar a grande maioria dos resultados de grande parte do sistema de
operação verá que, inevitavelmente, os resultados advêm de posições
que são montadas na direção oposta da tendência principal.
Obviamente, você nem sempre terá uma opinião firme a respeito da
direção primária, mas quando você a tiver, estará muito mais sensível a
não operar contra ela.

17. Sempre que possível Opere Mercados Líquidos

Geralmente, você deverá operar somente mercados líquidos, ou seja,
aqueles em que a diferença entre preço de compra e venda seja
bastante próximo. Operar em mercados estreitos ou ilíquidos significa
que, além do pagamento de comissões a corretores, você também
está pagando, de alguma forma, os custos destes “spreads” muito
largos. Você poderá pensar que isto poderá ser superado através de
uma espera paciente para compra a um determinado preço, em
contrapartida à colocação de ordens a preço de mercado.

18. Nunca se Coloque Diante de uma Chamada de Margem

Esta regra muito importante se aplica somente aos operadores
alavancados. Chamadas de margem acontecem por dois motivos.
Primeiro, o mercado está contra você, ou seja, você se encontra com
insuficiência de fundos na sua conta. Segundo, a chamada de margem
do ativo que você tem em sua posição aconteceu porque ela
simplesmente foi elevada por novas regras. No momento de chamada
pelo seu corretor terá duas alternativas: primeira - regularizar com
recursos o nível de suas garantias; segundo - reduzir a sua chamada
pela liquidação de parte ou de sua posição total. Para tomar a decisão
correta, você deverá examinar a situação de suas contas neste
momento desconfortável. Em qualquer uma das situações o efeito será
um incremento emocional do seu comprometimento, e por
conseguinte, uma situação indesejada. Em situações de desconforto
como neste caso, a melhor coisa a fazer é se retirar completamente do
mercado por um período, de forma que as suas ondas emocionais se
acalmem e a objetividade seja restabelecida.

19. Quando For Colocar um Estope Utilize a Lógica, Não a
Conveniência


Operadores geralmente seguem a disciplina de pré-determinarem o
nível de perda e risco pela colocação de um estope ligeiramente
abaixo daquele ponto. Se este ponto foi determinado através de uma
razão técnica ou análise fundamentalista, isto representa um método
inteligente de operação. Entretanto, se iniciar uma operação em bases
de que você não pode perder, por exemplo, mais do que $300, e
coloca seu estope no limite que represente este valor, as suas chances
de obter uma operação ganhadora serão drasticamente reduzidas.
Neste momento você não está tomando decisões baseadas em
movimento de preços, onde o mercado tem a oportunidade de lhe
mostrar que está errado. Contrariamente, você está arbitrando um
ponto baseado no seu julgamento de quanto você pode vir a perder.
*O texto das regras operacionais é uma tradução resumida de parte do
capítulo 12 do livro de Martin J. Pring “Investment Psychology Explained”
editado pela “John Wiley & Sons, Inc.”

Marting+J.+Pring+-+19+Regras+Operacionais.pdf

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sábado, dezembro 27, 2008

Saiba as formas de liquidação das operações com derivativos e as finalidades desse mercado

Fonte: ANBID
16 de Dezembro de 2008

A liquidação das operações com derivativos não-padronizados é feita diretamente entre as partes contratantes e, nesse caso, como não há um sistema de garantia que suporte o cumprimento do contrato o risco é maior. Já as operações com derivativos padronizados a liquidação é feita em câmaras de compensação ligadas à bolsa ou a sistema de negociação com estrutura de garantias para o cumprimento das obrigações assumidas pelas partes.

Em qualquer operação com derivativos (padronizados ou não), no entanto, há duas formas de liquidação:

Financeira: é feita por diferença financeira. Utilizando-se o preço de referência no dia de vencimento do contrato, registram-se uma venda para o comprador original e uma compra para o vendedor original. A diferença apurada é liquidada entre as partes, sem que haja entrega física do ativo negociado.

Física: a liquidação física, mais comum nos mercados agropecuários e de energia, consiste na entrega física do ativo em negociação na data de vencimento do contrato. Em muitas situações, a liquidação física pode ser muito dispendiosa ou, ainda, indesejável. O participante pode não ter nenhum interesse pelo ativo, sendo seu único intuito a obtenção do valor do diferencial entre a compra e a venda desse ativo (especuladores). Nesses casos, opta-se pela liquidação financeira.

Alguns contratos admitem ambas as formas de liquidação, mas a maior parte admite apenas a liquidação financeira.

Quais são as finalidades dos derivativos?

Proteção (conhecida pelo termo em inglês hedge)
A preocupação aqui é com o risco de variações adversas de taxas, moedas ou preços. Equivale a ter uma posição em mercado de derivativos oposta à posição assumida no mercado à vista, para minimizar o risco de perda financeira decorrente de alteração adversa de preços.

Se uma companhia, por exemplo, tem dívidas a pagar em dólar que vencerão no longo prazo e, caso tema que a cotação dessa moeda venha a subir o que aumentaria o valor da dívida, pode realizar uma operação no mercado futuro com contratos cambiais (derivativo de câmbio) para garantir a cotação dessa moeda em data futura minimizando os riscos de variações adversas de preço.

Alavancagem
Os derivativos têm grande poder de alavancagem, já que a negociação com esses instrumentos exige menos capital do que a compra do ativo à vista. Assim, ao adicionar posições de derivativos a seus investimentos o investidor pode aumentar a rentabilidade total destes a um custo mais baixo. O inverso também é verdadeiro, caso a expectativa do investidor não se confirme o que pode potencilizar o prejuízo.

Especulação
Lembre-se que não há nada de errado em especular no mercado financeiro. O derivativo é instrumento bastante utilizado entre os investidores que aceitam correr mais riscos de perdas em troca da possibilidade de aumentar os ganhos. Tomar uma posição no mercado futuro ou de opções sem uma posição correspondente no mercado à vista. Nesse caso, o objetivo é operar a tendência de preços do mercado.

Arbitragem
Aqui a estratégia visa tirar proveito da diferença de preços de um mesmo ativo negociado em mercados diferentes. O objetivo, segundo o livreto introdutório da BM&FBOVESPA, é aproveitar as discrepâncias no processo de formação de preços dos diversos ativos e mercadorias e entre vencimentos. Essa ferramenta é utilizada em fundos multimercados e long and short.

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segunda-feira, maio 05, 2008

Análise Técnica de PETR4 com lançamento coberto de PETRE86

Olhem o gráfico acima da PETR4 com candles diários desde agosto de 2007 onde se observou uma tendência de alta seguida de um movimento de lado de forte intensidade entre 45,13 e 36,01.

Nota-se mais recentemente uma tendência de alta de curto prazo iniciada em 20/03 a qual desenhei um canal de erro padrão que aponta para a data de vencimento de opção dia 19/05/08 os valores 45,30 e 42,82 (nos círculos).

O preço 45,30 excede o teto atingido em 09/11/07, não acredito que seja superado agora nesse movimento de alta e de maneia geral acredito que na data do vencimento o ativo vai ficar entre 45,13 e 42,82. O estocástico abaixo no gráfico confirma esta tese, pois nunca superou o índice de 95,0 sem que o papel tivesse uma correção na seqüência.

De modo que observando tal comportamento comprei umas PETR4 e lancei coberto a PETRE86 no valor de 2,20 que tem strike em 42,91 e vence em 19/05, tal estrutura permite igualar o ganho em 45,11 (breakeven) no caso de exercido no ponto alto projetado e o ganho máximo no caso de ficar logo abaixo do strike em 42,82 no ponto baixo projetado.

Agora é esperar para ver se a estratégia foi boa.

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segunda-feira, abril 07, 2008

Ações que pagam dividendos

Empresa TELEMAR N L (TMAR)
Data Ex 7 de abril de 2008
Tipo de pagamento Dividendos
Data da aprovação AGE 4 de abril de 2008
Previsão de pagamento 15 de abril de 2008
Valor R$ 1,3147 por ação ON (TMAR3)
R$ 0,5428 por ação PNB (TMAR6)
R$ 1,4461 por ação PNA (TMAR5)

Empresa PETROBRAS (PETR)
Data Ex 7 de abril de 2008
Tipo de pagamento Juros capital próprio
Data da aprovação AGE 4 de abril de 2008
Previsão de pagamento data a ser definida.
Valor R$ 0,15 por ação ON EJ (PETR3)
R$ 0,15 por ação PN EJ (PETR4)

Empresa TELEMAR (TNLP)
Data Ex 7 de abril de 2008
Tipo de pagamento Dividendos
Data da aprovação AGE 4 de abril de 2008
Previsão de pagamento data a ser definida.
Valor R$ 0,2094 por ação ON (TNLP3)
R$ 0,2094 por ação PN (TNLP4)

Empresa UOL (UOLL)
Data Ex 7 de abril de 2008
Tipo de pagamento Dividendos
Data da aprovação AGE 4 de abril de 2008
Previsão de pagamento data a ser definida.
Valor R$ 0,0086 por ação ON N2 (UOLL3)
R$ 0,0086 por ação PN N2 (UOLL4)

Empresa TELEMAR N L (TMAR)
Data Ex 7 de abril de 2008
Tipo de pagamento Juros capital próprio
Data da aprovação AGE 4 de abril de 2008
Previsão de pagamento 15 de abril de 2008
Valor R$ 3,0395 por ação ON (TMAR3)
R$ 3,0395 por ação PNB (TMAR6)
R$ 3,3434 por ação PNA (TMAR5)

Empresa CEMAT (CMGR)
Data Ex 7 de abril de 2008
Tipo de pagamento Dividendos
Data da aprovação AGE 7 de abril de 2008
Previsão de pagamento data a ser definida.
Valor R$ 0,002882 por ação ON (CMGR3)
R$ 0,003170 por ação PN (CMGR4)

Empresa PETROBRAS (PETR)
Data Ex 7 de abril de 2008
Tipo de pagamento Dividendos
Data da aprovação AGE 4 de abril de 2008
Previsão de pagamento data a ser definida.
Valor R$ 0,05 por ação ON EJ (PETR3)
R$ 0,05 por ação PN EJ (PETR4)

Empresa CONTAX (CTAX)
Data Ex 7 de abril de 2008
Tipo de pagamento Dividendos
Data da aprovação AGE 4 de abril de 2008
Previsão de pagamento 30 de abril de 2008
Valor R$ 0,99717139 por ação ON (CTAX3)
R$ 0,77461414 por ação PN (CTAX4)

Empresa GAFISA ON NM (GFSA)
Data Ex 7 de abril de 2008
Tipo de pagamento Dividendos
Data da aprovação AGE 4 de abril de 2008
Previsão de pagamento 29 de abril de 2008
Valor R$ 0,2084 por ação (GFSA3)

Empresa FII JK IMOB (FJKI)
Data Ex 1 de abril de 2008
Tipo de pagamento Rend F I Imobiliário
Data da aprovação AGE 31 de março de 2008
Previsão de pagamento 7 de abril de 2008
Valor R$ 0,016019090 por ação (FJKI11)

Empresa FII ABC IMOB (ABCP)
Data Ex 1 de abril de 2008
Tipo de pagamento Rend F I Imobiliário
Data da aprovação AGE 31 de março de 2008
Previsão de pagamento 7 de abril de 2008
Valor R$ 0,041500000 por ação (ABCP11)

Empresa BRASKEM (BRKM)
Data Ex 27 de março de 2008
Tipo de pagamento Dividendos
Data da aprovação AGE 26 de março de 2008
Previsão de pagamento 7 de abril de 2008
Valor R$ 0,644 por ação ON N1 (BRKM3)
R$ 0,644 por ação PNB N1 (BRKM6)
R$ 0,644 por ação PNA N1 (BRKM5)

Empresa MET DUQUE (DUQE)
Data Ex 26 de março de 2008
Tipo de pagamento Dividendos
Data da aprovação AGE 25 de março de 2008
Previsão de pagamento 7 de abril de 2008
Valor R$ 0,67 por ação ON (DUQE3)
R$ 0,74 por ação PN (DUQE4)

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quarta-feira, fevereiro 13, 2008

Day trade: Joe Ross explica estratégia para método que não discrimina perfis

Por: Camila Schoti
12/02/08 - 20h15
InfoMoney

SÃO PAULO - Operações de sucesso consistentes no mercado financeiro requerem, no mínimo, algum planejamento, estudo e conhecimento do mercado em que se está operando. Em operações de longo ou curto prazo, estratégias bem definidas tendem a minimizar as chances de perdas na operação.

Para um dos traders mais famosos do mundo, Joe Ross, a busca pelo retorno em operações de intraday, através da negociação de ativos financeiros e o risco inerente à cada posição assumida, deve ser balanceada e mensurada previamente. Especialista em day trade, Ross afirma que não existe um perfil pré-determinado para se sair bem neste tipo de operação, mas algumas características e cuidados podem ajudar.

Bem sucedidos não apresentam perfil específico
Ainda que nenhum perfil pré-determinado tenha sido identificado entre traders de sucesso, Ross destaca que auto-controle, disciplina, empenho e um bom senso para negócios são características que aparecem com alguma freqüência entre traders bem sucedidos.

Ademais, se por um lado, análises fundamentalistas requerem o estudo dos fundamentos da empresa em que se pretende investir, por outro, segundo Ross, para aplicar suas técnicas de day trade, é preciso dedicar algum tempo a conhecimentos em estatística.

Para o trader, o investidor precisa saber responder às seguintes perguntas:

Com que freqüência eu posso ganhar? - Isto é, qual o percentual de operações de sucesso.
Quanto posso ganhar em uma operação bem sucedida?
Quantas ações ou contratos preciso negociar para conseguir ganhar o que quero com a operação?
De acordo com percentual de ganhos, quanto posso arriscar perder em caso de operações perdedoras?

Para ter a resposta a essas perguntas, porém, o investidor precisa testar seus trades para, ao menos, ter uma idéia da freqüência com que consegue obter sucesso em suas operações.

Neste caso, Ross sugere, por exemplo, o uso de simuladores, em conjunto com avaliações de gráficos, indicadores técnicos e a combinações destes. Esta postura também deverá ajudar o trader a identificar o horizonte de tempo e o tipo de mercado com que se sente mais confortável operando.

Ganhos rápidos
Ganhos rápidos. Esta é melhor forma de operar para Ross. A estratégia adotada pelo trader baseia-se em determinar um alvo de ganhos realista e não muito distante, realizar parte dos lucros quando o preço do ativo negociado atingir este alvo, ou quando cobrir os custos operacionais da operação mais uma margem de lucro, e deixar o restante no mercado até que se acione o stop-loss, determinado para proteger os lucros previamente realizados.

A realização de parte dos lucros carrega consigo um caráter subjetivo, que dependerá das preferências do investidor. Contudo, a despeito deste aspecto, esta realização inicial de lucros deve ao menos cobrir os custos do negócio, como a corretagem, impostos, emolumentos e etc. com alguma margem de lucro - esta, sim, subjetiva - estipulada pelo trader.

Manejo de risco
Neste tipo de operação, em que parte dos lucros já foi embolsada, o stop loss tem o objetivo de garantir os ganhos já auferidos, e pode ser colocado, por exemplo, no preço de compra da ação, ou acima, dependendo do critério do trader. Assim, se os preços do ativo escolhido se reduzirem, o sucesso da operação já foi garantido.

Todavia, o manejo de risco não se limita à garantia de parte dos lucros em uma determinada operação. É preciso também planejar os trades de forma a garantir que ao longo do tempo o lucro das operações vencedoras seja superior aos prejuízos das operações perdedoras, através da determinação prévia de quanto é possível perder em uma determinada operação com base na freqüência de sucessos e fracassos nos trades.

Em suma, para Ross, o procedimento adequado a operações de day trade passa por conhecer o próprio potencial de ganhos, isto é, o percentual de sucessos em trades, quanto é possível lucrar em cada operação vencedora e, em seguida, determinar quantas ações ou contratos deverão ser negociados para se obter o ganho esperado. Finalmente, é preciso saber quanto se está disposto a perder de forma que, no final, o ganho líquido ainda seja positivo, afirma o trader.

Joe Ross se apresentará no Brasil em março
Joe Ross tem negociado no mercado financeiro desde seu primeiro trade, aos quatorze anos, e é conhecido como um mestre dos investimentos. Criador do Ross Hook, o trader também criou o conceito conhecido por Lei dos Gráficos.

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Análise técnica: Ibovespa rompe resistência e mira agora nos 63.600 pontos

Por: Juliana Pall Farias
12/02/08 - 18h45
InfoMoney

SÃO PAULO - A semana começa generosa para a renda variável brasileira. Depois de um longo período de indefinição, exposto à volatilidade dos mercados internacionais, o principal índice de ações da bolsa brasileira, o Ibovespa, pela segunda sessão consecutiva, encerrou os negócios em forte alta.

Saindo do movimento lateral entre 57.900 e 61.200 pontos, o benchmark rompeu esta barreira superior nesta terça-feira (12), passando então a buscar os 63.600 pontos. Rubens Góes, analista gráfico da Ativa Corretora, avalia que no meio do caminho o índice pode mostrar resistência em 62.600 e 63.200 pontos.

A leitura de Fernando Góes, da Wintrade (homebroker da Alpes Corretora) é semelhante: a passagem pelos 61.200 pontos abre caminho para buscar 63.600 pontos, podendo enfrentar no trajeto resistência na faixa dos 62.500 pontos.

Estratégias opostas
Mas apesar do consenso quanto aos novos objetivos do Ibovespa acima dos 61.200 pontos, a estratégia recomendada pelos analistas consultados pela InfoMoney é divergente. Otimista com ressalvas, Fernando Góes recomenda aumento de exposição no mercado acionário, já que, em sua percepção, o mercado apresentou melhora expressiva e mostra "outra cara".

Já Octávio Focques, da Focques Analistas Técnicos, diz que é vendedor no curto prazo. Isto porque, após ultrapassar a resistência nos 62.170 pontos, o Ibovespa abriu spread de 600 pontos para o contrato do índice futuro, estimulando os investidores a zerarem posições.

Adicionalmente, o analista gráfico avalia o IFR como "extrapolado". Em outras palavras, a região na qual se encontra o indicador sugere um mercado em posições amplamente compradas.

Queda pode chegar nos 56.000 pontos
Por mais que o mercado acionário doméstico tenha começado a semana com o "pé direito", as incertezas que rondam o ambiente de negócios nas últimas semanas - entenda-se temores de recessão nos EUA - seguem presentes, o que pede atenção ao comportamento do Ibovespa.

Fernando Góes avalia que, abaixo do fundo formado nos 58 mil pontos, a força de compra estaria anulada. Na leitura de Rubens Góes, a perda de 60 mil pontos levaria o benchmark a testar então a faixa de 58.000 pontos, enfrentando, no meio do caminho, suporte em 59.500 e 58.900 pontos.

Abaixo da faixa mencionada, o analista da Ativa Corretora acredita que o mercado ficaria livre para seguir em canal de baixa, com novos suportes em 57.500, 56.500 e 56.000 pontos.

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domingo, fevereiro 10, 2008

Análise fundamentalista requer foco exclusivo no longo prazo

Por: Felipe Abi-Acl de Miranda
06/12/07 - 18h00
InfoMoney

SÃO PAULO - É sempre recomendada a opinião de um analista quando da tomada de decisão de investimento. Para evitar avaliações enviesadas, sugere-se também a busca de análises de consenso, sob o argumento de que uma amostra maior de opiniões concederia robustez a uma determinada projeção.

Se consultamos um médico para tratar de doenças, seria igualmente natural ouvir um especialista em finanças para decidir onde investir. Quando bem feita, a análise fundamentalista identifica ativos subavaliados, ou seja, encontra a oportunidade de lucro inexplorada focando o longo prazo.

Focando o longo prazo! Esta parte, intrínseca ao método de valuation, não pode ser esquecida em hipótese alguma. Sob a ótica fundamentalista, seguir recomendações de análises de consenso objetivando o curto período não faz o menor sentido.

Ninguém espera mudanças significativas nos fundamentos de uma empresa de um dia para o outro. Por que, então, esperar valorizações abruptas das ações da manhã para a tarde?

Curto prazo é cassino
Os fundamentalistas apóiam-se na idéia de preços obedecendo a movimentos aleatórios no curto prazo. Assim, predizer o valor de um determinado ativo no próximo pregão, na semana seguinte ou mesmo no mês que vem é impossível.

Já o longo prazo recebe influência menor da aleatoriedade, de forma que a evolução do preço das ações está condicionada a variáveis macroeconômicas, arcabouço institucional, panorama do setor e capacidade administrativa da empresa.

Por isso, dentro desta abordagem, ganhos acima da média do mercado de forma consistente só podem vir em horizontes de tempo mais dilatado.

MCI é bom exemplo
É neste contexto que devem ser entendidas as análises de consenso. O MCI, por exemplo, apresenta justamente o objetivo de prover avaliações consensuais, subsidiando decisões de investimento com foco exclusivo no longo prazo.

Olhar o indicador desenvolvido pela InfoMoney com propósitos de curto período é totalmente inadequado, assim como qualquer outra análise fundamentalista.

Porém, quando o objetivo é o longo prazo, avaliações com enfoque fundamentalista podem render ganhos de forma consistente e, se bem feitas, acima da média do mercado.

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Introdução ao Mercado de Ações

Objetivo e Conteúdo

No curso Introdução ao Mercado de Ações, explicarei o que são ações, falarei de seus diferentes tipos, além de discutir como elas são compradas e vendidas, e como se operam as mudanças em seus preços.

Estudaremos a natureza e as operações desse mercado, aprendendo a obter informações e análises sobre empresas, e desenvolvendo a percepção sobre a influência de alguns fatores econômicos para sabermos comprar e vender ações.

Contextualização

Apresentarei um pouco da história do mercado e sua importância no desenvolvimento do país. Analisaremos as características de personagens bem-sucedidos e passaremos pelos lugares que compõem o cenário de nosso destino.
Mercado de valores

Trabalharemos a linguagem básica utilizada no mercado, definiremos os tipos de ações, os direitos e os proventos de um acionista, e começaremos a investir em ações por meio de simulações.

Análise com fundamento e técnica

O foco desta parte é aprimorar a técnica de seleção de ações. Até aqui, selecionamos ações usando a intuição, o que ouvimos, ou o que achamos, vale dizer: técnicas rudimentares sem embasamento acadêmico ou estatístico. Introduziremos aqui as análises fundamentalistas, as técnicas e os indicadores de mercado. Trabalharemos também a diversificação de carteiras.

Para maiores informações é só entrar em contato:
danielbc@usp.br
11-8136 8620

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sábado, dezembro 08, 2007

Aprenda a Operar Opções

Opções são instrumentos derivativos. Isto significa que o valor de uma opção e suas características de negociação estão ligadas ao ativo subjacente às opções. Isto é, uma opção da Telemar PN está ligada ao ativo - TNLP4.

O investidor que conhecer os fundamentos das opções, terá um meio efetivo de lidar com o risco pois passará a ter a sua disposição uma grande variedade de escolhas diferentes de investimentos.

O ativo ao qual a opção está sendo negociada pode ser um ação, um índice, um contrato futuro, uma letra do tesouro, uma commoditie, etc. Nos ateremos aqui as opções ligadas a ações, mas os conceitos básicos podem ser extendidos a qualquer forma de opção.

Definições

Uma opção de um ativo adjacente será ou o direito de comprar o ativo (opção de compra) ou o direito de vender o ativo (opção de venda) a um determinado preço e dentro de um determinado período de tempo no futuro.

O fator principal aqui é que o proprietário (comprador) da opção tem um direito, e não uma obrigação. Se o proprietário de uma opção não exerce este direito antes do fim do período de tempo pré-determinado, a opção e a oportunidade (direito) de exercê-la deixam de existir.

O vendedor de uma opção, entretanto, é obrigado a preencher os requerimentos da opção se a opção for exercida. No caso de uma opção de compra de uma ação (call), o vendedor vendeu o direito de comprar aquela ação. O vendedor da opção de compra é portanto obrigado a vender a ação ao proprietário da opção de compra (comprador) se a opção for exercida, e pelo preço pré-determinado.

No caso de uma opção de venda de uma ação (put), o vendedor vendeu o direito de vender aquela ação. O vendedor da opção de venda da ação é portanto obrigado a comprar a ação do proprietário da opção de venda (comprador) se a opção for exercida, e pelo preço pré-determinado.

Preço de Exercício e Data de Exercício

O preço pré-determinado de uma opção é conhecido como o preço de exercício. Quando uma opção de compra é exercida, o proprietário (comprador) paga pela ação o preço de exercício. Quando uma opção de venda é exercida, o proprietário (comprador) recebe pelas ações o preço de exercício.

A data após a qual a opção para de existir e a data de exercício.

Exemplo: A opçao de compra de TNLP4 AGO 40 representa o direito de comprar TNLP4 a 40 reais até o data de exercício que ocorrerá em agosto. (obs: usualmente utiliza-se no IBOV uma outra forma de representar opção. A TNLP4 AGO 40 é representada como TNLPH40, onde H representa agosto)

Regras de Expiração (ou término da validade da opção)

Os investidores devem estar cientes das regras em relação a expiração das opções e seu possível exercício ou não. Em primeiro lugar, além das regras gerais do IBOV, as diferentes corretoras tem suas próprias regras. Informe-se com suas corretora das regras internas da mesma em relação as opções.

Os investidores também devem estar cientes das regras de exercício automático. Em alguns locais, uma opção de compra que, no dia do exercício, esteja abaixo do preço da ação subjacente, poderá ser exercida automaticamente. Cabe ao investidor avisar que não deseja exercer, ainda que isso seja benéfico para ele. Mas a maioria das corretoras no Brasil, não realizam exercício automático. Faça o raciocínio inverso para a opção de venda.

Muitas corretoras determinam um horário final, próximo ao exercício, em que o propietário de opções possa dizer o que deseja que seja feito.

Aos que forem negociar opções de outros ativos que não ações, é importante se informar com sua corretora e no Bovespa, sobre as específicas regras daquele tipo de opção, pois estas regras podem mudar de um tipo de ativo para outro.

Tipo de Opções

Opções Americanas (as utilizadas atualmente no Brasil)
Um opção do tipo americana possui um direito (mas não uma obrigação), que pode ser exercido a um determinado preço a qualquer momento até a data de exercício.

Opções Européias
Um opção do tipo européia possui um direito que poderá ser exercido somente na data de exercício.

Preço e Preço de Exercício

A relação do preço da ação com o preço da opção determina se a opção é dita como In-The-Money (dentro do preço); At-The-Money (no preço), ou Out-of-The-Money (fora do preço).

Opção de Compra In-The-Money (ITM): Preço da ação subjacente é superior ao preço de exercício da opção;

Opção de Compra At-The-Money (ATM): Preço da ação subjacente é igual ao preço de exercício da opção;

Opção de Compra Out-of-The-Money (OTM): Preço da ação subjacente é inferior ao preço de exercício da opção.

Opção de Venda In-The-Money (ITM): Preço da ação subjacente é inferior ao preço de exercício da opção;

Opção de Venda At-The-Money (ATM): Preço da ação subjacente é igual ao preço de exercício da opção;

Opção de Venda Out-of-The-Money (OTM): Preço da ação subjacente é superior ao preço de exercício da opção.

Valor Intrínseco e Valor Extrínseco (VE)

O preço de uma opção (prêmio) pode consistir de valor intrínseco, valor extrínseco (do tempo ou de expectativa), ou uma combinação de ambos.

Valor Intrínseco: Porção in-the-money (dentro do preço) do valor (prêmio) de uma opção. Ex: A opção de compra de TNLPH40 (opçao de compra de Telemar PN para agosto, com preço de exercício de 40 reais) possui 2 reais de valor intrissico se a TNLP4 estiver cotada a R$42,00.

Valor Extrínseco (VE): Porção do preço de uma opção (prêmio) que está além do valor intrínseco. Ex: Se a mesma opção do exemplo acima, estando a TNLP4 cotada a 42,00, estiver valendo R$3,00 significa que além dos dois reais de valor intríssico, soma-se um real de valor do tempoou de expectativa que é o
Valor Extrínseco

Obs: Os conceitos e exemplo acima são para opções de compra. Faça o raciocínio inverso para opção de venda. Isto é, a opção de venda estará in-the-money quando a cotação do ativo subjacente estiver abaixo do preço de exercício da opção de venda.

Paridade

Uma opção está sendo negociada em paridade com a ação quando ela está in-the-money e não possui nenhum valor extrínseco.

Esta situação ocorre quando o preço da ação subjacente menos o preço de exercício é igual ao valor da opção (prêmio).

Ex: Se a opção de compra de TNLPH40 (opçao de compra de Telemar PN para agosto, com preço de exercício de 40 reais) estiver sendo negociada a 2 reais quando a TNLP4(Telemar PN) estiver sendo negociada a R$42,00, se diz que a TNLPH40 está sendo negociada em paridade com a Telemar. Neste caso, aopção possui apenas valor intríssico e nenhum valor do tempo ou extrínseco.

Isto ocorre muitas vezes com as opções que estão profundamente in-the-money nos dias próximos ao exercício.

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segunda-feira, novembro 05, 2007

Resumo dos Axiomas de Zurich

"Não deposite todos os ovos num mesmo cesto", "leia tudo o que estiver ao seu alcance para compreender o andamento da bolsa", "evite correr riscos" e outras máximas do mercado financeiro não passam de pura balela para a turma que só quer saber de operar no intraday.

Para estes investidores, o termômetro da bolsa oscila com muito mais rapidez e o ato de ganhar dinheiro está relacionado a uma apreensão atenta do dia-a-dia.

Para esse grupo que despreza as aplicações de longo prazo, os avisos típicos destinados aos iniciantes no universo dos investimentos dizem muito pouco. Mas isso não significa que investidor arrojado não siga conselhos.

Um dos livros mais comentados no mercado é o Axiomas de Zurique, de Max Gunther.

O livro é constituído de 12 axiomas, que pretendem dar resposta às dúvidas com as quais o investidor (ou especulador, como prefere o autor do livro) pode se deparar. O título refere-se às táticas usadas pelos banqueiros suíços para obter êxito no mundo dos negócios.

Axioma tem dois significados

O filosófico, que define o termo como a premissa imediatamente evidente que se admite como verdadeira sem exigência de demonstração, e o lógico, que define axioma como a proposição que se toma como verdadeira porque dela se podem deduzir as proposições de uma teoria ou de um sistema lógico ou matemático.

Assim funcionam as indicações do livro, como dogmas que devem ser seguidos à risca por quem pretende acumular rentabilidade.

Para o investidor Patrick Blackman, o livro "Axiomas de Zurique" serve como um batismo dos que começam a operar em bolsa. “Sempre que surge um iniciante, todos são unânimes em recomendar a leitura dos axiomas”, afirma.

A recomendação não é a toa. “No meu caso, aprendi a utilizá-los da forma mais dolorosa, sobretudo o axioma da Esperança. Perdi quase 60% do valor de uma operação porque tinha a esperança de que o papel ia voltar ao preço que tinha pago. Até que resolvi realizar, mas aí já era tarde”, explica Blackman. Desde então, o investidor tem utilizado a regra de forma quase religiosa. “Não tenho mais pena de saltar de uma operação quando percebo que o barco está fazendo água”.

Este axioma prega que “quando o barco começa a afundar, não reze. Abandone-o”. Patrick Blackman não é o único a adotar a regra como filosofia na hora de decidir se vale a pena ou não sair de uma aplicação.

O economista Stênio Campos também utiliza a máxima. “Por várias vezes utilizei o axioma da esperança. Não adianta remar contra a maré ou tentar se enganar acreditando que as coisas melhorarão. Isto é ainda mais verdadeiro quando falamos em opções”, reconhece.

Para o analista da consultoria Lopes Filho e Associados, Gustavo Freitas, o livro oferece boas dicas para o investidor de perfil bastante arrojado. “Quando o autor recomenda, por exemplo, que o investidor fuja da diversificação, a aposta é de que o investidor tenha feito um estudo sobre o ativo em questão, que indica forte possibilidade de alta. Nem todo mundo deve deixar de lado a idéia de apostar em diferentes ações para minimizar o risco”, defende.

No entanto, o analista ressalta como pontos positivos do livro a disciplina e a delineação de metas para cada investidor. “Se você acredita que a possibilidade de alta é de 20%, esta é a sua base, o limite ao qual os preços podem ir. Ao chegar lá, é hora de realizar o lucro”, diz.

Considerado uma boa fonte de consulta, o livro é contra-indicado para quem sofre de aversão a riscos altos. Nem por isso, o conservador está condenado a uma existência de penúria.

Gustavo Freitas lembra que em 2003, os conservadores não tiveram do que reclamar. “Estes investidores ganharam muito com dividendos de ações mais tradicionais”, afirma.

Para o investidor que não tem medo dos cabelos brancos, da preocupação e das oscilações da bolsa, vale conferir o resumo dos axiomas abaixo.


PRIMEIRO GRANDE AXIOMA: DO RISCO

Preocupação não é doença, mas sinal de saúde. Se você não está preocupado, não está arriscando o bastante.

Primeiro Axioma menor: Só aposte o que valer a pena.

Segundo Axioma menor: Resista à tentação das diversificações.

Conclusão: Não tenha medo de arriscar um pouco. Alto risco significa alto retorno.


SEGUNDO GRANDE AXIOMA: DA GANÂNCIA

Realize o lucro sempre cedo demais.

Terceiro axioma menor: Entre no negócio sabendo quanto quer ganhar. Quando chegar lá, caia fora.

Conclusão: Não teste a sua sorte. Estabeleça uma meta e, ao atingi-la, realize seus lucros.


TERCEIRO GRANDE AXIOMA: DA ESPERANÇA

Quando o barco começar a afundar, não reze. Abandone-o.

Quarto axioma menor: Aceite as pequenas perdas com um sorriso, como fatos da vida. Conte incorrer em várias, enquanto espera um grande ganho.

Conclusão: Se suas especulações andam mal, saia e parta para outra. Saber perder é uma das virtudes de um bom especulador.


QUARTO GRANDE AXIOMA: DAS PREVISÕES

O comportamento do ser humano não é previsível. Desconfie de quem afirmar que conhece uma nesga que seja do futuro.

Conclusão: Não baseie suas especulações em previsões e sim no que você vê acontecendo à sua frente.


QUINTO GRANDE AXIOMA: DOS PADRÕES

Até começar a aparecer ordem, o caos não é perigoso.

Quinto axioma menor: Cuidado com a armadilha do historiador.

Sexto axioma menor: Cuidado com a ilusão do grafista.

Sétimo axioma menor: Cuidado com a ilusão de correlação e a ilusão de causalidade.

Oitavo axioma menor: Cuidado com a falácia do jogador.

Conclusão: Não se deixe levar pela ilusão de ordem. Não existe um fórmula exata que vá lhe proporcionar sempre ganhos.


SEXTO GRANDE AXIOMA: DA MOBILIDADE

Evite lançar raízes. Elas tolhem seus movimentos.

Nono axioma menor: Numa operação que não deu certo, não se deixe apanhar por sentimentos como lealdade ou saudade.

Décimo axioma menor: Jamais hesite em sair de um negócio se algo mais atraente aparecer à sua frente.

Conclusão: Não se deixe prender a sentimentos em suas especulações. Se perceber uma oportunidade melhor, corte suas raízes e siga em frente.


SÉTIMO GRANDE AXIOMA: DA INTUIÇÃO

Só se pode confiar num palpite que possa ser explicado.

Décimo primeiro axioma menor: Jamais confunda palpite com esperança.

Conclusão: Só confie em um palpite se você for capaz de identificar algo que consiga explicá-lo.


OITAVO GRANDE AXIOMA: DA RELIGIÃO E DO OCULTISMO

É improvável que entre os desígnios de Deus para o Universo se inclua o de fazer você ficar rico.

Décimo segundo axioma menor: Se a astrologia funcionasse, todos os astrólogos seriam ricos.

Décimo terceiro axioma menor: Não é necessário exorcizar uma superstição. Podemos curti-la, desde que ela conheça o seu lugar.

Conclusão: Mantenha o sobrenatural longe de suas especulações. Confie em você e no seu potencial.


NONO GRANDE AXIOMA: DO OTIMISMO E DO PESSIMISMO

Otimismo significa esperar o melhor, mas confiança significa saber como se lidará com o pior. Jamais faça uma jogada por otimismo apenas.

Conclusão: Um bom especulador possui confiança, não otimismo. A confiança nasce do uso construtivo do pessimismo.


DÉCIMO GRANDE AXIOMA: DO CONSENSO

Fuja da opinião da maioria. Provavelmente está errada.

Décimo quarto axioma menor: Jamais embarque nas especulações da moda. Com freqüência, a melhor hora de se comprar alguma coisa é quando ninguém a quer.

Conclusão: Antes de arriscar seu dinheiro seguindo a opinião da maioria, pondere e avalie por si mesmo se a decisão é acertada ou não.


DÉCIMO PRIMEIRO GRANDE AXIOMA: DA TEIMOSIA

Se não deu certo da primeira vez, esqueça.

Décimo quinto axioma menor: Jamais tente salvar um mau investimento fazendo "preço médio".

Conclusão: Se sua especulação não está dando o retorno desejado, não seja teimoso, desista. Outras boas oportunidades podem estar a sua volta sem ser notadas.


DÉCIMO SEGUNDO GRANDE AXIOMA: DO PLANEJAMENTO

Planejamentos a longo prazo geram a perigosa crença de que o futuro está sob controle. É importante jamais levar muito a sério os seus planos a longo prazo, nem os de quem quer que seja.

Décimo sexto axioma menor: Fuja de investimentos de longo prazo.

Conclusão: Não planeje investimentos a longo prazo. O mundo dos negócios se modifica a cada dia. O único plano a longo prazo que um especulador precisa ter é o de ficar rico.

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Aluguel de Ações

É uma operação através da qual os investidores disponibilizam títulos para empréstimos e os interessados os tomam mediante aporte de garantias. A Companhia Brasileira de Liqüidação e Custódia (CBLC) atua como reguladora da operação, com a intermediação das Corretoras.

A operação de aluguel, consiste na transferência de títulos da carteira do investidor para satisfazer necessidades temporárias de um tomador. O tomador do aluguel estará com o ativo disponível em sua carteira, durante o período de vigência do contrato.

A operação de aluguel de ações pode ser reversível, onde o tomador fica apto a finalizar a operação, a partir da data de reversão estipulada no contrato ou não reversível , onde o tomador fica obrigado a manter a posição até o final do prazo.

Como funciona

Através da Mesa de Operações da sua corretora, pode-se realizar aluguéis de ações, respeitando as normas do departamento de risco de cada corretora, que basicamente consiste em:

Os alugueis só poderão ser feitos pela mesa, onde as ligações com os operadores serão sempre gravadas;

Somente estão disponíveis as operações na ponta tomadora do aluguel. Para verificar a viabilidade de operações na ponta locadora (ou seja, você alugar as suas ações para outrem) consulte a mesa de operações;

O ativo alugado deve estar disponível em carteira, para devolução no dia de encerramento do contrato; isso implica que a recompra do ativo deve ser feita, no máximo, até D-3 do prazo da liquidação contratual;

Os clientes que desejarem efetuar esta modalidade de operação, devem estar com o contrato de aluguel de ações em dia.

Liquidações antecipadas deverão ser realizadas através da mesa de operações e o ativo alugado deve estar disponível na sua carteira na corretora.

Por que Alugar Ações?

A possibilidade de alugar papéis acrescenta eficiência operacional e flexibilidade ao mercado, sobretudo em operações de arbitragem.

O tomador pode utilizar as ações em operações como:

Vendas à vista;

Garantia de operações em mercados de liquidação futura;

Substituição de garantias para operações a Termo.

Custos

As taxas que incidem sobre a operação são as taxa de juros previamente estipuladas pelo doador, expressa em base anual, com capitalização composta por dias úteis (pró-rata), a ser paga no primeiro dia útil após o encerramento do contrato. Essas taxas geralmente são em torno de 5 a 6% ao ano. Mas podem ser maiores, dependendo do ativo escolhido.

As taxas do ativos disponíveis para aluguel são divulgados pela CBLC na agência de notícias Bovespa News; e vem sempre com o título de notícia iniciando por "OFERTAS DISPONÍVEIS NO BANCO DE TITULOS CBLC-BTC".

Garantias

A margem requerida para esse tipo de operação é de 100% do valor do aluguel + intervalo de margem da Companhia Brasileira de Liqüidação e Custódia (CBLC) (consulte a mesa de operações) e deve estar disponível no ato da operação.

O valor das margens é acompanhado diariamente e, caso necessário, deverá ser recomposto na forma e nos prazos estabelecidos.

Esse intervalo de margem da CBLC gira em torno de 5 a 20%, mas pode ser ainda maior dependendo da ação que você quer alugar e do que a CBLC calcular como margem requerida, baseado nos fatores de risco.

A CBLC aceita alguns ativos como margem de garantia além de moeda corrente nacional, além de:

Títulos públicos;

Ouro ativo financeiro;

Ações pertencentes à carteira teórica do Índice Bovespa (outras ações admitidas à negociação em bolsa de valores são aceitas somente mediante consulta);

Títulos privados;

Títulos negociados nos mercados internacionais;

Cartas de fiança bancária;

Cartas de fiança ou cartas de crédito emitidas por instituições sediadas no exterior;

Seguro de crédito de companhias sediadas no país ou no exterior;

Outros ativos ou instrumentos.

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