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quarta-feira, fevereiro 13, 2008

Day trade: Joe Ross explica estratégia para método que não discrimina perfis

Por: Camila Schoti
12/02/08 - 20h15
InfoMoney

SÃO PAULO - Operações de sucesso consistentes no mercado financeiro requerem, no mínimo, algum planejamento, estudo e conhecimento do mercado em que se está operando. Em operações de longo ou curto prazo, estratégias bem definidas tendem a minimizar as chances de perdas na operação.

Para um dos traders mais famosos do mundo, Joe Ross, a busca pelo retorno em operações de intraday, através da negociação de ativos financeiros e o risco inerente à cada posição assumida, deve ser balanceada e mensurada previamente. Especialista em day trade, Ross afirma que não existe um perfil pré-determinado para se sair bem neste tipo de operação, mas algumas características e cuidados podem ajudar.

Bem sucedidos não apresentam perfil específico
Ainda que nenhum perfil pré-determinado tenha sido identificado entre traders de sucesso, Ross destaca que auto-controle, disciplina, empenho e um bom senso para negócios são características que aparecem com alguma freqüência entre traders bem sucedidos.

Ademais, se por um lado, análises fundamentalistas requerem o estudo dos fundamentos da empresa em que se pretende investir, por outro, segundo Ross, para aplicar suas técnicas de day trade, é preciso dedicar algum tempo a conhecimentos em estatística.

Para o trader, o investidor precisa saber responder às seguintes perguntas:

Com que freqüência eu posso ganhar? - Isto é, qual o percentual de operações de sucesso.
Quanto posso ganhar em uma operação bem sucedida?
Quantas ações ou contratos preciso negociar para conseguir ganhar o que quero com a operação?
De acordo com percentual de ganhos, quanto posso arriscar perder em caso de operações perdedoras?

Para ter a resposta a essas perguntas, porém, o investidor precisa testar seus trades para, ao menos, ter uma idéia da freqüência com que consegue obter sucesso em suas operações.

Neste caso, Ross sugere, por exemplo, o uso de simuladores, em conjunto com avaliações de gráficos, indicadores técnicos e a combinações destes. Esta postura também deverá ajudar o trader a identificar o horizonte de tempo e o tipo de mercado com que se sente mais confortável operando.

Ganhos rápidos
Ganhos rápidos. Esta é melhor forma de operar para Ross. A estratégia adotada pelo trader baseia-se em determinar um alvo de ganhos realista e não muito distante, realizar parte dos lucros quando o preço do ativo negociado atingir este alvo, ou quando cobrir os custos operacionais da operação mais uma margem de lucro, e deixar o restante no mercado até que se acione o stop-loss, determinado para proteger os lucros previamente realizados.

A realização de parte dos lucros carrega consigo um caráter subjetivo, que dependerá das preferências do investidor. Contudo, a despeito deste aspecto, esta realização inicial de lucros deve ao menos cobrir os custos do negócio, como a corretagem, impostos, emolumentos e etc. com alguma margem de lucro - esta, sim, subjetiva - estipulada pelo trader.

Manejo de risco
Neste tipo de operação, em que parte dos lucros já foi embolsada, o stop loss tem o objetivo de garantir os ganhos já auferidos, e pode ser colocado, por exemplo, no preço de compra da ação, ou acima, dependendo do critério do trader. Assim, se os preços do ativo escolhido se reduzirem, o sucesso da operação já foi garantido.

Todavia, o manejo de risco não se limita à garantia de parte dos lucros em uma determinada operação. É preciso também planejar os trades de forma a garantir que ao longo do tempo o lucro das operações vencedoras seja superior aos prejuízos das operações perdedoras, através da determinação prévia de quanto é possível perder em uma determinada operação com base na freqüência de sucessos e fracassos nos trades.

Em suma, para Ross, o procedimento adequado a operações de day trade passa por conhecer o próprio potencial de ganhos, isto é, o percentual de sucessos em trades, quanto é possível lucrar em cada operação vencedora e, em seguida, determinar quantas ações ou contratos deverão ser negociados para se obter o ganho esperado. Finalmente, é preciso saber quanto se está disposto a perder de forma que, no final, o ganho líquido ainda seja positivo, afirma o trader.

Joe Ross se apresentará no Brasil em março
Joe Ross tem negociado no mercado financeiro desde seu primeiro trade, aos quatorze anos, e é conhecido como um mestre dos investimentos. Criador do Ross Hook, o trader também criou o conceito conhecido por Lei dos Gráficos.

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Análise técnica: Ibovespa rompe resistência e mira agora nos 63.600 pontos

Por: Juliana Pall Farias
12/02/08 - 18h45
InfoMoney

SÃO PAULO - A semana começa generosa para a renda variável brasileira. Depois de um longo período de indefinição, exposto à volatilidade dos mercados internacionais, o principal índice de ações da bolsa brasileira, o Ibovespa, pela segunda sessão consecutiva, encerrou os negócios em forte alta.

Saindo do movimento lateral entre 57.900 e 61.200 pontos, o benchmark rompeu esta barreira superior nesta terça-feira (12), passando então a buscar os 63.600 pontos. Rubens Góes, analista gráfico da Ativa Corretora, avalia que no meio do caminho o índice pode mostrar resistência em 62.600 e 63.200 pontos.

A leitura de Fernando Góes, da Wintrade (homebroker da Alpes Corretora) é semelhante: a passagem pelos 61.200 pontos abre caminho para buscar 63.600 pontos, podendo enfrentar no trajeto resistência na faixa dos 62.500 pontos.

Estratégias opostas
Mas apesar do consenso quanto aos novos objetivos do Ibovespa acima dos 61.200 pontos, a estratégia recomendada pelos analistas consultados pela InfoMoney é divergente. Otimista com ressalvas, Fernando Góes recomenda aumento de exposição no mercado acionário, já que, em sua percepção, o mercado apresentou melhora expressiva e mostra "outra cara".

Já Octávio Focques, da Focques Analistas Técnicos, diz que é vendedor no curto prazo. Isto porque, após ultrapassar a resistência nos 62.170 pontos, o Ibovespa abriu spread de 600 pontos para o contrato do índice futuro, estimulando os investidores a zerarem posições.

Adicionalmente, o analista gráfico avalia o IFR como "extrapolado". Em outras palavras, a região na qual se encontra o indicador sugere um mercado em posições amplamente compradas.

Queda pode chegar nos 56.000 pontos
Por mais que o mercado acionário doméstico tenha começado a semana com o "pé direito", as incertezas que rondam o ambiente de negócios nas últimas semanas - entenda-se temores de recessão nos EUA - seguem presentes, o que pede atenção ao comportamento do Ibovespa.

Fernando Góes avalia que, abaixo do fundo formado nos 58 mil pontos, a força de compra estaria anulada. Na leitura de Rubens Góes, a perda de 60 mil pontos levaria o benchmark a testar então a faixa de 58.000 pontos, enfrentando, no meio do caminho, suporte em 59.500 e 58.900 pontos.

Abaixo da faixa mencionada, o analista da Ativa Corretora acredita que o mercado ficaria livre para seguir em canal de baixa, com novos suportes em 57.500, 56.500 e 56.000 pontos.

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domingo, fevereiro 10, 2008

Análise fundamentalista requer foco exclusivo no longo prazo

Por: Felipe Abi-Acl de Miranda
06/12/07 - 18h00
InfoMoney

SÃO PAULO - É sempre recomendada a opinião de um analista quando da tomada de decisão de investimento. Para evitar avaliações enviesadas, sugere-se também a busca de análises de consenso, sob o argumento de que uma amostra maior de opiniões concederia robustez a uma determinada projeção.

Se consultamos um médico para tratar de doenças, seria igualmente natural ouvir um especialista em finanças para decidir onde investir. Quando bem feita, a análise fundamentalista identifica ativos subavaliados, ou seja, encontra a oportunidade de lucro inexplorada focando o longo prazo.

Focando o longo prazo! Esta parte, intrínseca ao método de valuation, não pode ser esquecida em hipótese alguma. Sob a ótica fundamentalista, seguir recomendações de análises de consenso objetivando o curto período não faz o menor sentido.

Ninguém espera mudanças significativas nos fundamentos de uma empresa de um dia para o outro. Por que, então, esperar valorizações abruptas das ações da manhã para a tarde?

Curto prazo é cassino
Os fundamentalistas apóiam-se na idéia de preços obedecendo a movimentos aleatórios no curto prazo. Assim, predizer o valor de um determinado ativo no próximo pregão, na semana seguinte ou mesmo no mês que vem é impossível.

Já o longo prazo recebe influência menor da aleatoriedade, de forma que a evolução do preço das ações está condicionada a variáveis macroeconômicas, arcabouço institucional, panorama do setor e capacidade administrativa da empresa.

Por isso, dentro desta abordagem, ganhos acima da média do mercado de forma consistente só podem vir em horizontes de tempo mais dilatado.

MCI é bom exemplo
É neste contexto que devem ser entendidas as análises de consenso. O MCI, por exemplo, apresenta justamente o objetivo de prover avaliações consensuais, subsidiando decisões de investimento com foco exclusivo no longo prazo.

Olhar o indicador desenvolvido pela InfoMoney com propósitos de curto período é totalmente inadequado, assim como qualquer outra análise fundamentalista.

Porém, quando o objetivo é o longo prazo, avaliações com enfoque fundamentalista podem render ganhos de forma consistente e, se bem feitas, acima da média do mercado.

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Introdução ao Mercado de Ações

Objetivo e Conteúdo

No curso Introdução ao Mercado de Ações, explicarei o que são ações, falarei de seus diferentes tipos, além de discutir como elas são compradas e vendidas, e como se operam as mudanças em seus preços.

Estudaremos a natureza e as operações desse mercado, aprendendo a obter informações e análises sobre empresas, e desenvolvendo a percepção sobre a influência de alguns fatores econômicos para sabermos comprar e vender ações.

Contextualização

Apresentarei um pouco da história do mercado e sua importância no desenvolvimento do país. Analisaremos as características de personagens bem-sucedidos e passaremos pelos lugares que compõem o cenário de nosso destino.
Mercado de valores

Trabalharemos a linguagem básica utilizada no mercado, definiremos os tipos de ações, os direitos e os proventos de um acionista, e começaremos a investir em ações por meio de simulações.

Análise com fundamento e técnica

O foco desta parte é aprimorar a técnica de seleção de ações. Até aqui, selecionamos ações usando a intuição, o que ouvimos, ou o que achamos, vale dizer: técnicas rudimentares sem embasamento acadêmico ou estatístico. Introduziremos aqui as análises fundamentalistas, as técnicas e os indicadores de mercado. Trabalharemos também a diversificação de carteiras.

Para maiores informações é só entrar em contato:
danielbc@usp.br
11-8136 8620

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